LADEIRA
Maio 9, 2008 de Mário Leal
“Falem de mim, falem sim,
Digam o que quiserem.”
Assim eu vi publicado
Naquelas letras garrafais.
Nem perdi meu tempo.
Não pensaria muito sobre,
Sarcófagos abertos fedem
No putrefato ar.
Limito-me a imaginar o povo,
De espada na mão e arma em punho,
Empurrando pela ladeira
Os donos do poder enaltecido,
Aqueles sanguessugas de ouro
Que fingem não querer algum olvido.



Muito bom!!
Abração,grande Mario.
Olá Mário
Realmente, a torre aliada à poesia ilustra muito bem a situação em que vivemos neste país de dominantes vorazes e incapazes, salvo para o aparelhamento de estado feito de cara lavada e língua presa para não confessarem jamais suas diabradas. Um bom final de semana.
POeta, eu creio, todos somos, vez ou outra.
Ou então, quando a poesia invade nosso coração, é imposível a resistência.
Ela nos toma e flui, ainda que digamos não.
Ando gostando muito desse fluir de seus versos.
beijos
Vida,
Faço minhas as palavras da nossa amiga Saramar: Também tenho gostado muito dessa face do meu amado Mário…
Te AMo, Cri